"Quem me comeu a carne tem de roer-me os ossos!": Aluísio Azevedo pela crítica contemporânea

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9786559663903
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    • 1
      Autor
      Mendes: Leonardo Indisponível
    • 2
      Editora
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      458 Indisponível
    • 4
      Edição
      2 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      14 x 2 x 21 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786559663903 Indisponível
    • 10
      Situação
      Lançamento Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      26/01/2026 Indisponível
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Todos os autores inspirados pelo naturalismo, tanto no século XIX quanto nas primeiras décadas do século XX, sofreram um intenso processo de simplificação interpretativa - um duplo empobrecimento de suas obras e dos alicerces teóricos que as sustentaram. Com Aluísio Azevedo, não foi diferente. O autor que, em vida, fora celebrado como um dos principais artífices de uma literatura moderna e socialmente engajada, passou a ser lido, ao longo do tempo, por meio de um filtro redutor que privilegiou a leitura moralista, o rótulo de imitador e a canonização isolada de O cortiço como obra paradigmática. A produção do livro Aluísio Azevedo pela crítica contemporânea nasceu da necessidade de enfrentar esse processo crítico de erosão. Nosso objetivo não era apenas reavaliar a fortuna crítica do autor, mas também compreender o modo como sua recepção exemplifica a trajetória do naturalismo brasileiro: um movimento frequentemente julgado pela ótica do "déficit" - de originalidade, de rigor científico,de decoro, de arte -, mas cuja vitalidade literária e editorial foi decisiva para a formação de um público leitor e para a consolidação do campo literário no país. O Aluísio Azevedo que emergiu desse encontro é, retomando a imagem da crônica de Olavo Bilac, um "pai de muitos filhos": múltiplo, heterogêneo, contraditório, dotado de uma variedade de registros e procedimentos que ultrapassam a divisão tradicional entre "romances de tese" e "romances de encomenda". Sua obra capta, com raraacuidade, a formação de uma cultura moderna atravessada pela imprensa, pela ciência e pelas novas formas de consumo simbólico - aquilo que, mais tarde, se chamaria de indústria cultural. Longe de se limitar ao determinismo biológico do naturalismo canônico, Aluísio mostra-se capaz de articular o discurso científico com as transformações culturais e intelectuais de seu tempo: o avanço da sociologia e da psicologia, o positivismo médico, a consolidação das ciências políticas e econômicas, o surgimento da comunicação de massa.

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